terça-feira, 23 de novembro de 2010

Porque não álgebra?

Abri o que você me pediu essa semana e além de encontrar a resposta achei mais indagações e inquietações. Rosa? Quem disse! Não, cinza e azulado nem parecia o céu como tu disse. 

Claro! Não levarei ao pé da letra, talvez ao pé da álgebra, ela sim tem algo a me responder. Álgebra! Calcularei quanto será o fim de tudo isso. 

Imagina se vou me perder nas contas! Segue o raciocínio 4x2=8. Viu! Consigo não dependo de você, da sua frieza e calculismo infernal. Basta!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sou invisível!

Sonhei com você. O sonho misturou-se a realidade e a fantasia, mesmo assim foi bom! Pela primeira vez te beijei e, isso sim, foi mágico. O problema é que para você eu sou invisível, e imperceptível, você não sente meu calor, meu amor. Que pena!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O amor acontece

Na noite desta quarta-feira (27) de Outubro em meio aos trovões e relampagos que caiam na Bahia de todos os Santos resolvi alugar no filme e curtir a chuva. A sessão escolhida "O amor acontece" - mesmo depois de mais uma tentativa de relacionamento e o fracasso dele, eu insisto 'na porra' do romantismo, me discupem o palavrão, mas fazer o quê? 

A psiana que vivem em mim fala sempre mais alto. Pelo menos do último fim consegui tirar da boca "do dito cujo" - que por sinal foi muito legal, as palavrinhas mágicas que odeio; Você é uma pessoa especial, o problema não é você sou eu. Rs ufa! Isso sim foi um alívio.  

O filme é uma "merda". Ops! No sentido figurado. O filme é ótimo, conta a história de duas pessoas que se desiludiram (por assuntos pessoais). E se encontram, por ironia do destino, e começam a encontrar um no outro qualidades que cada um busca. 

Eu insisto, persisto e percebo que estou nadando para o caminho errado, o pior, é que não consigo enxergar um refúgio. Vou morrer em alto mar!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A certeza do incerto

O que é a certeza se não ter certeza do incerto! Buscamos no outro, nas coisas, nos pensamentos e palavras as certezas de que só nós temos . Nela que hoje encontraremos  o sim, que amanhã nos entenderemos com o próprio eu. Em tantos versos descubro que são neles que me encontro, que a cada dia não tenho certeza de nada!

Ontem dormi e acordei diversas vezes na noite pensando que poderia acontecer no amanhã do hoje, e os tantos sonhos que invadiram meu quarto, não foram suficientes para revelar o dia seguinte de sol. Tive a mesma certeza ao amanhecer, tudo estava incerto! Foi o encontro perfeito com o meu eu sedento com o vazio e o nada do dia de sol.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Que saudade das letras

Que saudade de escrever minhas besteiras de dizer o que sinto, o que vejo, o que penso, o que desejo. A vida é uma bosta n'agua não é mesmo? Como criamos fantasmas das sombras e nos amedrontamos de uma folha que caiu da árvore e, foi sem perceber, aumentada por um feixe de luz na escuridão, e nós, na nossa fragilidade criamos de uma simples ilusão um mostro na nossa imaginação.  

Eu sinto vontade de gritar de voar e sentir a brisa no rosto, de dizer que a vida é livre e merece viver como nos pede com dias felizes, outros mais ou menos e ainda alguns com pequenos flax de tristeza.

Eu vejo a vida como uma bola de neve, temos que alcançar e andar em cima dela, na velocidade que ela exige, se não, ela nos atropela e levantar, as vezes, da um trabalhooooo!!!! Por isso, andemos em cima, passemos por dificuldades sem vê, desvie de obstáculos e não passe por cima de ninguém, não contrário, carregue-o na garupa, será bem melhor.

Penso como seria bom ver o mundo das estrelas, conversar com a lua cheia e pisar no mar, penso, pensar é um dos meus dons. Penso que acima de mim existe muito mais do que eu posso ver e que tudo que faço refletirá em mim e mais ninguém.

Desejo descobrir os meus limites, do que sou capaz e incapaz.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ser assim

Viver é sentir a cada dia emoções diferentes. É perceber que criamos expectativas, sofremos, sorrimos de coisas que mereciam desatenção e despreocupação, mas não, preferimos ficar sem  dormir, ter medo de errar e dizer ao final, que bom! Deu tudo certo. 
Mesmo sabendo que atitudes precipitadas não adianta, mergulhamos no mundo das ilusões e criamos situações, frases e, até, expressões no outro, como uma maneira de se proteger contra os impactos de conversas adiadas e inacabadas. Como gostaríamos de ouvir sim!
Me esforço para ser diferente, de não fazer de uma água num copo, tornar-se uma tempestade, de sofrer com antecedência e, mesmo assim, não ver as coisas acontecerem, ou aconteceram e eu fechar os olhos. Eu sou assim...  

terça-feira, 15 de junho de 2010

Descobriram tudo!

Descobriram tudo! Eu não sei o que fazer, o que pensar, o que falar, como me defender. Parece que ficou confuso pra mim. As certezas fugiram com a descoberta e tudo ficou nublado, parado e estranho.

Quero sim. Mais tenho medo! Medo de tentativas frustradas. De receber mais um não, ao invés do sim. De começar tudo de novo e o velho ressurgir e nada dá certo. 

Fazer o quê? Se as referências são essas. Se  imagino diferente mais não persisto na imagino e tropeço de novo.   E, não me dou a chance de viver assim!