quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ser assim

Viver é sentir a cada dia emoções diferentes. É perceber que criamos expectativas, sofremos, sorrimos de coisas que mereciam desatenção e despreocupação, mas não, preferimos ficar sem  dormir, ter medo de errar e dizer ao final, que bom! Deu tudo certo. 
Mesmo sabendo que atitudes precipitadas não adianta, mergulhamos no mundo das ilusões e criamos situações, frases e, até, expressões no outro, como uma maneira de se proteger contra os impactos de conversas adiadas e inacabadas. Como gostaríamos de ouvir sim!
Me esforço para ser diferente, de não fazer de uma água num copo, tornar-se uma tempestade, de sofrer com antecedência e, mesmo assim, não ver as coisas acontecerem, ou aconteceram e eu fechar os olhos. Eu sou assim...  

terça-feira, 15 de junho de 2010

Descobriram tudo!

Descobriram tudo! Eu não sei o que fazer, o que pensar, o que falar, como me defender. Parece que ficou confuso pra mim. As certezas fugiram com a descoberta e tudo ficou nublado, parado e estranho.

Quero sim. Mais tenho medo! Medo de tentativas frustradas. De receber mais um não, ao invés do sim. De começar tudo de novo e o velho ressurgir e nada dá certo. 

Fazer o quê? Se as referências são essas. Se  imagino diferente mais não persisto na imagino e tropeço de novo.   E, não me dou a chance de viver assim!

sábado, 22 de maio de 2010

Pêra ou maça

Vivo um momento diferente e, não sei bem, o que fazer! Me sinto confusa, como se estivesse cega. Alguém que não enxerga a figura diante do nariz. 

Sinto medo entre o certo e o errado, escolher o errado. Isso se existir o errado! De deixar que os preconceitos falem mais alto e, eu, não permita experimenta o diferente e inusitado.

Eu sabia que a praga pegaria. Que o que esperava não aconteceria. Que mais cedo ou mais tarde tudo vinha a tona e a decisão seria inevitável. 

É sempre assim! Agente espera pêra e vem maça.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Diferenças

Já amei e odiei, quanto eu esperei e congitei quanto senti saudade, vontade, necessidade...tantas coisas juntas e separadas, interligadas, entrelaçadas e soltas.

Quanto já imaginei e aconteceu e tantas outras que ainda imagino, persevero e espero.

Estive pensando na capacidade da autenticidade do ser humano. De como ser franco em algumas situações e camuflados em outras. Da capacidade de ser "eu" e, outras, em momentos distintos.

Passar por situações inusitadas, constrangedoras e desejadas. De viver a cada dia, um dia de cada vez e experimentar "eu's" diferentes. De ser contra sobre algo. De dizer nunca e o nunca acontecer. 

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lágrimas

Hoje com lágrimas nos olhos, resistindo para não cair, imploro para mim mesma; "esqueça a tristeza e viva! Viva como se fosse o último dia, como se fosse acordar amanhã em outro universo, diferente desta realidade e não fosse conviver mais com quem ama e experimentar o gozo de viver!". Mas quando menos espero, elas voltam, querendo cair e, resisto mais uma vez, penso em coisas boas, como no dia do meu aniversário de 18 anos; "foi uma surpresa, minha mãe reuniu meus melhores amigos e fizeram uma homenagem linda pra mim, chorei muito nesse dia, mas de alegria e, nunca me esqueço daquele momento". Mas não tem jeito, quando o silêncio avança as lágrimas reaparecem então, percebi que só sou eu, na minha nostalgia incomum, minha melancolia mensal e, quando eu menos perceber, o dia vai embora levando consigo esse sentimento natural. 

segunda-feira, 19 de abril de 2010

dias bons e ruins

Já perceberam que a vida é muito mais simples do que agente pensa, que nós é quem complicamos e não aceitamos a realidade? Vivemos em função de complicá-la, de alcançar o inalcançável, de viver um mundo irreal. E as vezes eu também sou assim e, outras, consigo colocar o pé no chão e frear algumas atitudes e decisões. Mas em muitos momentos vivo num mundo cor de rosa ou cinza, depende do dia. Hoje mesmo, não tive um bom dia mais tive uma boa notícia e isso me fez ver, que as vezes nos fechamos por coisas insignificantes, mas fazer o que se somos assim, não apreenderemos nunca e mesmo assim, continuaremos a viver.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

tempestade

Eu nunca vi tantos raios e trovões tão intensos numa única noite. Um espetáculo da natureza que causa medo, sentimento de inferioridade em vivenciar a grandeza de Deus ou o poder da natureza, como você queira enxergar e, ter uma única certeza, "como é bom estar em casa quando essas coisas acontecem, parece que não existe lugar melhor no mundo se não debaixo do teto e afeto familiar". 

O céu parece que despencará em cima de nossas cabeças a qualquer momento. A rapidez dos raios intimida, parece que vou ser atingida só porque coloquei a cabeça pra fora da janela, o vento parece gritar ao ouvido atento a todos os barulhos assustadores.

Particularmente aprendi a admirar esses momentos. Me texto. Avalio meu medo, coragem, determinação, vontade e aprendendo que depois da tempestade sempre vem a bonança.